quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Esta poesia que não cala em mim...Tenho um rio que desagua em ti...E eu,borboleta que sai assustada do casulo...Asas então quebradas!...As lágrimas,mesmo sabor do Mar...E esta saudade que teima em me amortaçar...É o que grito que não sai...É o desejo de voar...É então “remendar“ asas...e pelo menos andar...!Eveltana.Minha poesia da saudade...
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