terça-feira, 6 de novembro de 2007

Você quebrou meu solVocê não olhou para meu céuOnde o azul transforma-se em cinza(Furta-cor seus olhos cinzas,Triste cor dos poetas em dor).A dor dos poetas é a dor do mundo.Onde você aprisionou meu riso sufocado de tristeza.A paixão dos poetas é a paixão dos “tolos“...a paixão dos sonhos!
Eveltana.

Adeus!

O que foi dito o vento levou...O que foi escrito o tempo envelheceu as palavras no papel...Fato consumado...Enterrado.Procurei nas constelações alguma explicação,talvez algum cometa tenha desviado minhas mãos enquanto eu tateava as estrelas nas junções do meu encontro ao teu.Mas,eu li minha mão e hoje ouvi,“a linha da vida continua“.E no quarto escuro onde dormi,consegui abrir as venesianas das janelas,e por um bom tempo não acreditei que o Sol existe...Ele,o Sol,invadiu as frestas do quarto escuro,iluminando assim,a Alma.E enfim,as portas foram abertas para que ainda sem norte,eu saísse em caminhada.

Eveltana.