segunda-feira, 31 de março de 2008

Barcos

Meu coração,um porto,um cais.

Onde você atraca teu barco nas tempestades.

Minha Alma um abrigo,uma moradia.

Onde você se esconde das chuvas.

Minhas mãos...suaves mãos que percorrem seu corpo numa linha incerta,desnorteada,confusa,intensa...sacana.

Eveltana.

domingo, 30 de março de 2008


Sempre este rio que nasce em mim e desagua em ti.

As luas de outono já não cabem mais em minha alma...

E não está fácil encontrar a passagem por entre as estrelas...

Não vou mais te encontrar.Acabaram os atalhos por entre os planetas...

É verdade.Meus olhos não verão mais o colorido dos teus olhos.

Eveltana.

Confesso que hoje amanheci num casulo...Minhas asas teimam em surgir e tenho esta vontade louca de voar.Este mundo já não cabe em mim...O céu já vai além das estrelas...Preciso voar!Eveltana.

As favelas são mosaicos coloridos.A cidade entrelaça suas ruas,suas pessoas,suas histórias,sua dor...

As luzes ofuscam meu olhar com lágrimas.Vejo as imagens com outros olhos...Vejo com Alma,vejo a cidade pintada de vida.

Eveltana.

sábado, 29 de março de 2008

A Páscoa foi momento de reflexão.Agradeço em prece ter encontrado vc,nesta amizade que alivia e conforta a alma,e restabelece os alinhamentos das constelações em uma cosnpiração divina do Universo no encontro de energias que transcedem tudo de material.Bons dias virão!Sinto esta chuva no meu rosto...e abro meus braços para o abraço dos sorrisos que vc me causa.

Eveltana.
Meu coração,um pássaro...perdeu asas, inúmeras vezes caiu ferido...não soube voar.E nas descobertas que existe um céu imenso por trás dos olhos de estrelas,deixaram a porta aberta...Escapei.Voei,voei,voei...e já cansado.oh!pobre coração...voltei...Voltei para meu colo seguro...e dormi,finalmente quieto sobre colchas de algodão.

Eveltana.
Ouvi do vento atrás dos olhos com chuvas,a saudade que tenho de ti.As chuvas eram lágrimas que transbordaram no mar...Num piscar de estrelas descobri que o mar tem o mesmo sabor da lágrima...Bebi o mar.E embriagada de delírios te fiz em papel machê barcos que seguiam rumo ao infinito.

Eveltana.