terça-feira, 22 de abril de 2008

O pássaro alçando vôo sobre Pontal do Maceió,

nestas poesias que somente os loucos vêem.

Ele finge um mergulho no abismo,

e retorna com o cheiro do por-do-sol,

destas coisas que somente os poetas sentem.

Eveltana.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Erro

Eu me perdi como num vento remoto.
Estas pessoas,
Estas palavras perdidas.
Este verso preso.
O sentido inverso...em prosa.

O amor febril.
A paixão dos tolos.
E eu,...no caminho.

Eveltana.
Eu prefiro acreditar num abismo inexistente,
no vôo sem limites,
do que esta queda imaginária.
Eveltana.