terça-feira, 22 de abril de 2008

O pássaro alçando vôo sobre Pontal do Maceió,

nestas poesias que somente os loucos vêem.

Ele finge um mergulho no abismo,

e retorna com o cheiro do por-do-sol,

destas coisas que somente os poetas sentem.

Eveltana.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Erro

Eu me perdi como num vento remoto.
Estas pessoas,
Estas palavras perdidas.
Este verso preso.
O sentido inverso...em prosa.

O amor febril.
A paixão dos tolos.
E eu,...no caminho.

Eveltana.
Eu prefiro acreditar num abismo inexistente,
no vôo sem limites,
do que esta queda imaginária.
Eveltana.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Barcos

Meu coração,um porto,um cais.

Onde você atraca teu barco nas tempestades.

Minha Alma um abrigo,uma moradia.

Onde você se esconde das chuvas.

Minhas mãos...suaves mãos que percorrem seu corpo numa linha incerta,desnorteada,confusa,intensa...sacana.

Eveltana.

domingo, 30 de março de 2008


Sempre este rio que nasce em mim e desagua em ti.

As luas de outono já não cabem mais em minha alma...

E não está fácil encontrar a passagem por entre as estrelas...

Não vou mais te encontrar.Acabaram os atalhos por entre os planetas...

É verdade.Meus olhos não verão mais o colorido dos teus olhos.

Eveltana.

Confesso que hoje amanheci num casulo...Minhas asas teimam em surgir e tenho esta vontade louca de voar.Este mundo já não cabe em mim...O céu já vai além das estrelas...Preciso voar!Eveltana.

As favelas são mosaicos coloridos.A cidade entrelaça suas ruas,suas pessoas,suas histórias,sua dor...

As luzes ofuscam meu olhar com lágrimas.Vejo as imagens com outros olhos...Vejo com Alma,vejo a cidade pintada de vida.

Eveltana.